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Suzano vê novas oportunidades

A crise internacional poderá gerar oportunidades de compra de empresas no mercado interno e no exterior para a Suzano Papel e Celulose, segundo o presidente do conselho de administração da companhia, David Feffer. O executivo disse que, depois de um período de intensa valorização, os ativos do setor devem passar por uma acomodação.

Agência Estado |

"Crise é igual a oportunidade, no Brasil e lá fora", disse Feffer.

Apesar do otimismo, ele afirmou que os preços da celulose, assim como os das demais commodities, também entraram em um período de arrefecimento, já que a redução da demanda nos Estados Unidos está contaminando a Europa e a Ásia. Segundo Feffer, a Suzano ainda não reduziu seus preços.

Para o executivo, a crise dos bancos estrangeiros não atrapalha os planos da Suzano, porque a fabricante de papel e celulose já teria captado, nos últimos dois anos, os recursos necessários para seu crescimento até 2015. "A empresa está bem posicionada para fazer frente ao ciclo de investimentos que anunciou", disse. Esse projeto inclui a expansão da capacidade produtiva de 3 milhões para 7,2 milhões de toneladas anuais, com a expansão da fábrica na Bahia e a construção de três novas unidades no Piauí, no Maranhão e em outro lugar ainda não revelado.

O executivo disse ainda estar "muito feliz" com a união entre Votorantim Celulose e Papel e a Aracruz, porque estimula a consolidação do setor e o aumento de preços. "Dentre as commodities, a celulose foi a que menos subiu, por causa da alta fragmentação do setor." Segundo ele, a Suzano tentou participar da operação, mas acabou preferindo manter seu próprio modelo de negócios.

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