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Suspensão de rodada de licitação é criticada

O adiamento de definição sobre a 8ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo (ANP), anunciado anteontem pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), foi recebido com surpresa pelo setor. O presidente do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), João Carlos De Luca, disse que todos aguardavam uma rápida definição sobre o tema.

Agência Estado |

"A questão já se arrasta há dois anos e esperávamos que esta reunião fosse definitiva", disse ele sobre a rodada que foi suspensa judicialmente em 2006.

De Lula lembrou que ainda está pendente a outorga das áreas concedidas na rodada, que foi interrompida ao fim da primeira manhã de ofertas. "Essa viabilização é extremamente importante." A decisão do CNPE de adiar a realização da rodada se justifica pela falta de detalhes sobre o potencial do pré-sal, onde a Petrobras identificou no final do ano passado reservas gigantes como a de Tupi.

"Consideramos importante que não se passe um ano sem rodada de licitação para demonstrar a solidez do modelo de concessão em vigor. E a ANP terá de correr contra o tempo para obter as licenças ambientais das áreas que serão disponibilizadas para a 10ª Rodada, se ainda quiser fazê-la até dezembro", disse.

Para o secretário de Desenvolvimento do Rio de Janeiro, Júlio Bueno, a manutenção do atual modelo aceleraria a exploração da camada pré-sal e beneficiaria o país com a alta do preço no mercado internacional. "Tempo é uma questão importante e nossa angústia diz respeito a isso. Petróleo é uma commodity que tem preço alto e preço baixo. Não podemos esperar o preço baixo para explorar o pré-sal", disse.

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