confiança com Brasil - Home - iG" /
Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Subsecretário americano destaca relações de confiança com Brasil

Rio de Janeiro, 30 out (EFE) - O subsecretário de Estado Adjunto dos Estados Unidos para a América Latina, Thomas Shannon, destacou hoje no Brasil as estreitas relações de confiança entre os dois países, reforçadas com o acordo de cooperação entre os bancos centrais dos dois Governos diante da crise financeira.

EFE |

Shannon, que esteve hoje em Brasília para participar da terceira reunião do diálogo de associação econômica entre as pastas de Exteriores das duas nações, ressaltou a decisão do Governo dos EUA de criar uma linha de troca de dólares entre o Federal Reserve (Fed, autoridade monetária americana) e o Banco Central.

"Foi uma medida histórica do Federal Reserve e ressalta a importância do Brasil como parceiro econômico e nossa confiança no Brasil como parceiro financeiro", disse Shannon, segundo a "Agência Brasil".

A medida de cooperação com os bancos centrais de Brasil, México, Cingapura e Coréia do Sul, foi anunciada na quarta-feira pelo Fed como uma nova série de ações coordenada para combater a crise financeira internacional.

Shannon destacou "a necessidade de cooperação e troca comercial entre os países".

"Mesmo no meio dessa crise financeira, entendemos que temos que manter nossas economias abertas, temos que resistir ao protecionismo, temos que resistir a nos fecharmos para o mundo", afirmou Shannon em Brasília.

O Governo brasileiro acusou os EUA e outros países desenvolvidos de boicotarem a abertura econômica e comercial, enquanto mantêm fechadas suas próprias fronteiras e aumentam tarifas e cotas à importação de produtos agrícolas e industriais vendidos por nações em desenvolvimento.

Segundo Shannon, a reunião convocada por Bush para 15 de novembro em Washington entre as maiores economias desenvolvidas e emergentes é uma prova da disposição americana de trabalhar em sociedade com seus aliados estratégicos.

"A solução do problema exige políticas fiscais, cooperação entre parceiros e a manutenção de mercados abertos para que o comércio continue nos levando ao crescimento econômico", disse. EFE ol/db

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG