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Strauss-Kahn pede mais dinheiro para o FMI e defende cortes do BCE

O diretor gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, admitiu nesta segunda-feira que a instituição precisaria de 100 bilhões de dólares adicionais para suprir as demandas de países afetados pela crise e disse que apoiaria um corte maior das taxas de juros na Europa.

AFP |

"O número de países com problemas tem aumentado de maneira dramática. Eles vêm pedir o apoio do FMI e por isto precisamos de mais recursos", disse Strauss-Kahn em uma entrevista à rádio e televisão pública britânica BBC.

O diretor do FMI saudou o "passo imenso" que representou a oferta japonesa de um empréstimo de 100 bilhões de dólares para o organismo multilateral, já que esta quantia permite dispor "de recursos suficientes para enfrentar o problema de hoje".

"Porém, o problema é ser capaz de enfrentar o problema dentro de seis meses, e penso que todos os chefes de Estado e de Governo são conscientes da necessidade de ter um FMI forte", disse Strauss-Kahn, para quem o Fundo precisaria de mais US$ 100 bilhões para enfrentar a demanda.

Strauss-Kahn também defendeu novos cortes das taxas de juros por parte do Banco Central Europeu (BCE).

"Em algumas partes do mundo, como no Japão ou Estados Unidos, as taxas caíram muito e isto pode ser feito de maneira mais agressiva nas demais partes", afirmou.

O BCE reduziu em 6 de novembro a taxa básica de juros a 3,25%. O Banco da Inglaterra (BoE) estabeleceu a sua taxa em 3%.

Já o Federal Reserve (Fed, banco central americano) tem sua taxa a 1%. No Japão a taxa é de 0,30%.

od/fp

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