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Strauss Kahn: foi feito muito pouco desde a reunião do G-20

O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, lamentou nesta segunda-feira que se tenha feito muito pouco contra a crise, desde a reunião dos principais países industrializados e em desenvolvimento do G-20, em novembro.

AFP |

"Nos reunimos aqui em Washington em meados de novembro para dizer que íamos recapitalizar os bancos, revelar suas perdas, pôr em marcha planos de reativação", recordou em conferência na Universidade de Georgetown em Washington.

"Foi feito muito pouco. Não digo que não tenha sido feito nada, mas as coisas marcham muito, muito lentamente", lamentou.

"No FMI, temos a experiência de 22 crises bancárias no mundo (...) Mas há uma constante: enquanto não forem reveladas todas as perdas (...), enquanto todos os bancos não sejam limpos, não se pode encontrar um caminho de saída" para a crise, advertiu.

"O que foi bem administrado, penso, em nível mundial, é a questão da liquidez, com a coordenação mundial entre os bancos centrais", continuou Strauss-Kahn.

"No que diz respeito à reestruturação do setor financeiro e à política de reativação, isto provocou muita paixão em favor de uma coordenação, mas aconteceu exatamente o contrário", afirmou.

"Um país pode agir para proteger seus cidadãos, o que é politicamente compreensível, mas evidentemente não contribui para resolver a crise", destacou.

hh/fga/sd

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