Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

STJ nega mais um habeas-corpus a Cacciola

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou mais um pedido de suspensão da prisão preventiva ao ex-banqueiro Salvatore Cacciola. Este é o oitavo pedido de hábeas-corpus ao STJ no ano.

Redação |

 

No pedido, a defesa alega que a prisão preventiva determinada contra Cacciola pelo juiz de Direito da 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro carece de requisitos e fere o princípio da isonomia, porque a Justiça tomou decisões diferentes em relação a outros réus no mesmo caso.

A relatora Jane Silva não concordou com a argumentação da defesa e indeferiu o pedido para que a prisão fosse suspensa.

Cacciola está preso em Bangu 8, no Rio de Janeiro, desde o dia 17 de juho, quando foi extraditado do Principado de Mônaco.

Caso Marka

Em 2005, Cacciola foi condenado no Brasil a 13 anos de prisão pelo crime de desvio de dinheiro público e de gestão fraudulenta do Banco Marka. A sentença diz que os Bancos Marka e FonteCindam deram R$ 1,5 bilhão de prejuízo à União durante a crise cambial de janeiro de 1999. Como tem cidadania italiana, ele passou a viver na Itália e não podia ser preso porque o país não extradita seus cidadãos.

Cacciola foi preso no Principado de Mônaco em setembro de 2007 por agentes da Interpol, depois que a 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro expediu o mandado. Posteriormente, o governo brasileiro pediu a extradição - deferida na semana passada pelo príncipe Albert II.

A operação de extradição vinha sendo organizada havia 12 dias, quando o príncipe Albert II, soberano de Mônaco, homologou o parecer do Tribunal de Apelações do principado. A intenção inicial era promover a extradição do ex-foragido número 1 do Brasil na semana passada, mas trâmites burocráticos exigidos pelo governo da França comprometeram os planos.

Leia também:

 

Leia mais sobre Salvatore Cacciola

Leia tudo sobre: cacciola

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG