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Standard Poor s confirma classificação positiva à economia do R. Unido

Londres, 13 jan (EFE).- A agência de qualificação de riscos Standard & Poors (S&P) confirmou hoje sua classificação AAA a longo prazo e A-1+ a curto prazo da dívida soberana do Reino Unido.

EFE |

A qualificação de transferência e convertibilidade é "AAA". A perspectiva é considerada "estável".

A Standard & Poor's justifica as classificações pela economia rica e diversificada do Reino Unido, sua flexibilidade fiscal e monetária que contribuem para a estabilidade macroeconômica e a liberalização dos mercados, incluindo o trabalho.

Após 16 anos de crescimento ininterrupto alimentado por uma forte demanda interna, a economia britânica entrou em recessão no segundo semestre de 2008.

O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deve cair 2% em 2009, explicou a firma, que espera que a correção no mercado imobiliário, o aumento do desemprego, a restrição de créditos e a necessidade de corrigir o endividamento familiar levará a uma forte queda do consumo.

A diminuição da demanda externa e a recessão do setor manufatureiro também terão impacto negativo nas perspectivas de crescimento econômico.

O futuro crescimento da economia dependerá cada vez mais do aumento da produtividade de trabalho e da recuperação das exportações líquidas, que deveria ser favorecida pela flexibilidade dos mercados trabalhistas e pela moderação salarial já observada no setor público.

Esse reequilíbrio da economia deveria dirigir a uma diminuição do déficit por conta corrente frente ao 3,3% do PIB em 2008.

O status da libra esterlina como divisa global, combinado com uma forte demanda de bônus do Tesouro de longa duração por parte de investidores institucionais nacionais, pode oferecer suficiente flexibilidade ao Governo quando emitir sua dívida soberana nos mercados internacionais, em 2009.

A perspectiva estável concedida pela S&P reflete a esperança de que as finanças públicas continuem sendo consistentes com o padrão soberano "AAA", apesar de certa erosão da flexibilidade fiscal a partir de 2008 na implementação de políticas anticíclicas. EFE jr/db

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