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SP desmente pedido de adiamento do leilão de rodovias

O secretário de Transportes do Estado de São Paulo, Mauro Arce, negou hoje que tenha recebido pedidos de investidores para adiar o leilão dos cinco lotes de rodovias paulistas, programado para o próximo dia 29. Segundo ele, o governo não recebeu nem pedido formal e nem manifestações informais de potenciais interessados em adiar a disputa.

Agência Estado |

"Pelo contrário. Recebi uma ligação de um investidor hoje dizendo que fará propostas para os cinco lotes", afirmou. O secretário ressaltou que pelo menos por enquanto a data da disputa está mantida.

A preocupação do mercado em relação à manutenção do leilão deve-se à restrição de crédito gerada pela crise financeira mundial. Muitas empresas já manifestaram que será mais difícil montar a equação financeira para garantir participação no leilão e que, por isso, traçam estratégias mais modestas para a concorrência, com participação em apenas um ou no máximo dois lotes.

Juntas, as cinco estradas que irão a leilão - Ayrton Senna/Carvalho Pinto, Dom Pedro I, Raposo Tavares e Marechal Rondon (trechos Leste e Oeste), exigirão pagamento de outorga de R$ 3,5 bilhões no prazo de 18 meses, sendo 20% no ato da assinatura do contrato. Além disso, as rodovias exigirão investimentos de R$ 8 bilhões ao longo dos 30 anos da concessão.

Mesmo para as companhias que teriam condições de obter financiamento, as incertezas quanto à disponibilidade e ao custo do dinheiro impedem que elas façam os cálculos para definir suas estratégias de participação no leilão. A expectativa é de que três ou no máximo quatro grupos apresentem propostas pelas rodovias paulistas.

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