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Solução para crise do gás avança, diz Putin

Berlim, 16 jan (EFE).- O primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin, afirmou hoje que avança rumo a uma solução para desbloquear o fornecimento de gás à Europa, sem deixar de acusar à Ucrânia de cortar e de roubar gás destinado ao mercado europeu.

EFE |

"Houve bons contatos com (as alemãs) E.ON, Ruhrgas, (a italiana) ENI e (a francesa) Gaz France e acho que haverá acordo para pôr fim ao bloqueio ucraniano", disse Putin em entrevista coletiva com a chanceler alemã, Angela Merkel, após se reunir com estes consórcios, que espera que assumam os custos do transporte.

O encontro entre Merkel e Putin em Berlim precede o que o primeiro-ministro russo terá amanhã com seu colega ucraniana, Yulia Timoshenko, para tentar resolver litígio.

Putin aspira a conseguir a criação de um consórcio internacional que assuma as despesas do denominado "gás técnico", volume de abastecimento que a Ucrânia exige para retomar o transporte do combustível russo à Europa.

Os custos desta operação alcançariam, segundo cálculos de Putin, US$ 730 no primeiro trimestre de 2009.

O primeiro-ministro russo insistiu em acusar a Ucrânia como única responsável pela situação, que, segundo ele, causa "enormes perdas" à estatal russa Gazprom.

"Ucrânia tem que separar as questões: o fornecimento a ele e o destinado ao mercado europeu", enfatizou Putin.

Merkel pediu a ambos os países a buscar uma "via de passagem" para restituir o abastecimento de gás na Europa, insistiu sobre os prejuízos graves que os cortes provocam aos países destinatários e também nas repercussões da situação para a imagem de Moscou e Kiev como parceiros comerciais. EFE gc/jp

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