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Soldados e pessoal humanitário devem trabalhar juntos em países frágeis

A comunidade internacional deve revisar sua maneira de atuar nos chamados Estados frágeis, como Somália e Afeganistão, para garantir a relação entre segurança e desenvolvimento, considerou nesta sexta-feira o presidente do Banco Mundial (Bird), Robert Zoellick.

AFP |

Segundo Zoellick, os soldados e os trabalhadores humanitários deveriam cooperar e fazer políticas coerentes para tirar os países da pobreza e do conflito, declarou em uma conferência sobre a segurança em Genebra.

"Sem esta cooperação, os esforços para salvar os Estados frágeis fracassarão e todos pagaremos as conseqüências", advertiu o diretor do Banco Mundial.

Um bilhão de pessoas vivem nestes Estados frágeis, entre as quais 340 milhões vivem em situação de pobreza extrema, acrescentou.

O Banco Mundial consagrou 3 bilhões de dólares em 2008 para a ajuda ao desenvolvimento nos países afetados pela precariedade e o conflito, como Afeganistão, Iraque, Costa do Marfim e Territórios Palestinos, indicou Zoellick.

"Mas este trabalho não é só questão de dinheiro", afirmou.

"O compromisso de ajudar os Estados frágeis significa também opor-se a muitos riscos que ameaçam a segurança, a governabilidade, o desenvolvimento e a legitimidade", declarou.

Os esforços deveriam se concentrar em projetos concretos e visíveis, como educação, em vez de projetos políticos eleitorais grandiosos.

wtf/lm/dm

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