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Socorro de US$ 700 bi deve ser liberado em prestações

Após um encontro de três horas, os líderes democratas e republicanos da Câmara e Senado dos Estados Unidos alcançaram um acordo preliminar sobre um pacote de socorro que prevê fundos de US$ 700 bilhões, mas que serão liberados em prestações. Uma primeira parcela de US$ 250 bilhões será disponibilizada imediatamente, com um desembolso adicional de US$ 100 bilhões na seqüência se for necessário, segundo fontes próximas as negociações.

Agência Estado |

O Congresso também será capaz de bloquear a última prestação por meio de votação se não estiver satisfeito com o programa.

Segundo essas fontes, o acordo poderá exigir que todas as companhias que venham a participar do programa concordem em limitar os pagamentos aos executivos - incluindo restrições as "indenizações generosas" (golden parachutes). Também é provável que o governo receba garantias em ativos de todas as companhias que participarem do programa.

Contudo, não está resolvido se o pacote vai incluir mudanças na lei de falências, que daria ao juiz o direito de mudar os termos das hipotecas. O senador democrata Dick Durbin fez um apelo para que isso seja incluído, mesmo embora muitos legisladores e a Casa Branca sejam radicalmente contra.

Os legisladores e suas equipes estão finalizando a linguagem precisa das medidas para serem levadas ao secretário do Tesouro, Henry Paulson, nesta tarde. Alguns elementos do plano do Congresso provavelmente vão sofrer a oposição de Paulson. O Tesouro dos EUA não quer, por exemplo, que os limites para pagamentos aos executivos sejam amplamente aplicados para todas as companhias. Paulson também tem esperança de evitar que os fundos sejam desembolsados em partes. Contudo, o Tesouro pode não ter muito espaço de manobra se quiser ver a lei ser aprovada rapidamente.

Durante o encontro, o candidato democrata para a presidência, Barack Obama, conversou por telefone com o presidente do Comitê de Bancos do Senado, o democrata Christopher Dodd, segundo fontes próximas as negociações. Obama falou com Dodd e o senador republicano Robert Bennett.

Bennett disse que os legisladores têm um "plano que será aprovado pela Câmara e o Senado". "Nós concordamos sobre muitas questões importantes", disse o presidente do Comitê de Serviços Financeiros da Câmara, o democrata Barney Frank, em entrevista coletiva à imprensa ao final de um encontro de duas horas entre grupos bipartidários da Câmara e do Senado. O senador republicano Bob Corker disse: "Eu acredito que vamos aprovar esta legislação antes dos mercados abrirem na segunda-feira."

Dodd, disse que os negociadores planejam apresentar seu plano para membros de seus partidos, assim como para a administração do presidente George W. Bush. Ele disse que os legisladores planejam "agir rapidamente" para aprovar a legislação que permitirá ao governo federal comprar bilhões de dólares em ativos podres. As informações são da Dow Jones.

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