BRASÍLIA - O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, informou nesta quarta-feira que a reunião extraordinária do Mercado Comum do Sul (Mercosul), marcada para a próxima segunda-feira (27), servirá para discutir mecanismos de enfrentamento da crise financeira internacional.

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Segundo o ministro, a situação dos países que compõem o bloco (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) é tranqüila, mas deve ser acompanhada de perto.

A idéia é que cada ministro exponha a situação de seu país, a visão que eles têm da crise internacional. Também servirá para nos prepararmos e discutirmos quais são os instrumentos que temos para enfrentar esta crise. Nós temos de estar preparados e temos de evitar, sobretudo, até olhando para a história, que respostas dadas no passado, que deram errado, não sejam pregadas agora, acrescentou Amorim.

O ministro avaliou ser de fundamental importância a comunicação entre os países que formam o bloco para debater aspectos da crise. Eu não quero prejulgar porque não sou ministro das Finanças, mas essa comunicação recíproca e esta preparação conjunta para responder à crise é muito importante. Até porque a integração é um dos aspectos que está mitigando os efeitos da crise para nós, ressaltou.

A reunião foi convocada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que exerce a presidência temporária do bloco. Além dos quatro países membros plenos do Mercosul, foram convidados os representantes dos países associados: Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia e Chile. Os representantes do Suriname e da Guiana também foram convidados apesar de não fazerem parte do bloco.

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