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Sinopse de imprensa - Modelo norueguês dá margem à corrupção

O modelo norueguês de exploração de petróleo, que vem ganhando força nas discussões do governo sobre as reservas do pré-sal, possui muitas brechas para a corrupção, na opinião do diretor-geral do Ministério de Petróleo e Energia da Noruega, Bjarne Moe. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

Redação |

Moe participou de um seminário no Rio de Janeiro na última sexta-feira. Segundo ele, na Noruega, a corrupção é "praticamente inexistente", mas, no modelo seguido pelo país, as possibilidades de corrupção "são enormes".

Na Noruega, o modelo está em operação há mais de 40 anos.

Para Moe, as brechas para a corrupção estão no sistema de licenciamento. Na Noruega, as petrolíferas não vão a leilão para adquirir as concessões que permitem a exploração dos campos de petróleo licitados pelo governo.

O governo é quem decide que empresas terão direito à licença, segundo as normas vigentes no país escandinavo. O critério para a escolha deve ser técnico, e considerar o conhecimento geológico e a capacidade financeira do grupo, entre outros fatores.

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