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Sindipetro-NF diz que não negocia dia de desembarque

O coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro NF), José Maria Rangel, disse hoje que os petroleiros só aceitarão um acordo com a Petrobras, na reunião entre sindicalistas e a empresa marcada para às 14 horas, caso o dia de desembarque nas plataformas passe efetivamente a ser considerado como dia de trabalho e não de folga, como ocorre atualmente. Não aceitaremos nenhuma alternativa, afirmou.

Agência Estado |

Segundo Rangel, que também é diretor da Federação Única dos Petroleiros (FUP), caso a empresa não aceite a reivindicação, a greve dos petroleiros da Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, iniciada na última segunda-feira (dia 14) será encerrada, como previsto, nesta sexta-feira (dia 18), mas uma greve nacional terá início no dia 5 de agosto. A reunião de hoje será realizada na sede da Petrobras, no Rio.

A FUP, que decidiu ontem paralisação de 48 horas dos petroleiros a partir de zero hora de hoje, está orientando os filiados que "façam cortes de rendição nos turnos, operações padrões com cumprimento de todos os procedimentos de segurança e não emitam Permissões de Trabalho ao longo destas 48 horas". Em nota no site da instituição na internet, a FUP explica que "o movimento, além de intensificar a luta pela Participação nos Lucros e Resultados (PLR), será uma resposta veemente da categoria à truculência e arbitrariedade da Petrobras contra os trabalhadores da Bacia de Campos que estão em greve pelo dia de desembarque". O impasse entre a empresa e o Sindipetro-NF refere-se à maneira como a companhia mede a jornada de trabalho dos petroleiros.

O Sindipetro-NF pede o reconhecimento do dia de desembarque das plataformas como dia de trabalho. Hoje, os turnos na Bacia de Campos são de 14 dias de trabalho embarcado por 21 de folga. Como o primeiro dia de folga é praticamente perdido no transporte entre a plataforma e o continente, conforme argumentam os trabalhadores, o sindicato propõe uma mudança nos turnos para 15 dias trabalhados e 20 de folga, para efeitos de pagamento.

Apesar da greve na Bacia de Campos, a informação da Petrobras é que todas as plataformas na região estão operando normalmente.

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