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Sindicatos se queixam de corrosão do FGTS

A alta da inflação reacendeu uma antiga preocupação das centrais sindicais com a corrosão da rentabilidade das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A discussão permeia o Conselho Curador do FGTS, responsável pelas decisões de aplicação do fundo, e a Caixa Econômica Federal (CEF), gestora dos recursos.

Agência Estado |

O Fundo acumula rendimento de 2,6% no ano, ante inflação de 4,19% pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

"Estamos, há algum tempo, em uma discussão áspera, mas respeitosa, para que o trabalhador não tenha seu patrimônio corroído pela inflação", disse o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Pattah. Ele defende alteração na lei para elevar a correção do fundo, que prevê a Taxa Referencial (TR) mais 3% de juros ao ano. O representante da Central Única dos Trabalhadores (CUT), André de Souza, destacou que esse debate é inevitável em momentos de picos da inflação, mas lembrou que não se pode esquecer a outra ponta da discussão, que são os mutuários da casa própria.

A Caixa, em nota, reconheceu que "a expectativa da elevação da inflação tem causado apreensão em todo o mercado financeiro." Mas disse acreditar que os indicadores caminham para um "arrefecimento". Por lei, o dinheiro do FGTS é usado para financiamentos habitacionais e obras de saneamento básico. Portanto, qualquer alteração que eleve a rentabilidade das contas do Fundo aumentará os juros para os tomadores desses empréstimos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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