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Sindicato suspende indicativo de greve na Infraero

BRASÍLIA - A diretoria da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) apresentou ontem ao Sindicato Nacional dos Aeroportuários uma nova proposta para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho de seus servidores. Com isso, o sindicato suspendeu a greve marcada para começar hoje.

Valor Online |

Os aeroportuários são responsáveis por serviços como operação de equipamentos de raio-X nos aeroportos, pela fiscalização de bagagens no embarque e desembarque, pelo controle do movimento de aeronaves na pista e pela liberação e manobra de cargas.

Segundo a assessoria de imprensa da estatal, no último sábado, a empresa havia se comprometido perante o Ministério Público do Trabalho da 10ª Região, de São Paulo, a apresentar uma nova proposta para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho para o período 2008/2009.

Entre os principais pontos da proposta feita pela Infraero estão o reajuste salarial de 5,04% sobre toda a tabela salarial, a partir de 5 de maio de 2008, a manutenção do auxílio-creche e da cesta alimentação, além das promoções por antiguidade e por merecimento, obtidas em 31 de dezembro.

A diretoria da estatal também se comprometeu a implantar, até 30 de abril de 2009, o Plano de Cargos e Salários (PCS).

Segundo o presidente do sindicato, Francisco Lemos, a suspensão da greve é temporária, já que os trabalhadores ainda serão consultados se aceitam a proposta. Novas assembléias estão marcadas para os dias 22 e 24 deste mês, nos aeroportos administrados pela Infraero.

De acordo com o sindicalista, a categoria ainda não tem o que comemorar, mas o sindicato tem a obrigação de, diante de uma proposta como a feita pela empresa, chamar os servidores às assembléias e deixar que eles decidam.

A diretoria do sindicato vai se manter isenta. Não podemos defender [ou criticar] abertamente a proposta. O recado que vamos dar à categoria é que, do ponto de vista de onde partimos e o ponto aonde estamos chegando, houve uma evolução que temos que considerar, observou Lemos.

(Agência Brasil)

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