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Sindicato repudia a operação

O Sindicato de Açúcar e do Álcool de Pernambuco (Sindiaçúcar) repudiou ontem, por meio de nota, a forma como a operação Engenho Verde foi realizada pelo Ibama e pelo Ministério do Meio Ambiente. Informou ainda que pretende questionar administrativamente a improcedência e o equívoco das autuações.

Agência Estado |

"Isso é um contra-senso, pois o próprio Ibama concedeu as licenças de queima agrícola que valem até 2009", afirmou o presidente do Sindiaçúcar, Renato Cunha. "A lei não mudou. O que eles querem agora é fazer uma nova versão do que já existe."

Segundo o sindicato, as usinas de cana-de-açúcar de Pernambuco funcionam com licença da Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos e têm um termo de compromisso agroindustrial (TCA) em vigor desde o ano passado, firmado com o órgão. O termo prevê o plantio, por três anos, de 132 mil mudas de espécies nativas da mata atlântica por ano nas margens dos rios que cortam suas terras.

Em 2009, devem ser firmadas novas metas, visando a recuperação das reservas florestais, que devem abranger 20% da área de cada usina.

O setor sucroalcooleiro em Pernambuco emprega cerca de 100 mil pessoas durante o período de safra. A produção anual de cana-de-açúcar é da ordem de 19,5 milhões de toneladas e a de álcool de 475 milhões de litros. Já a produção de açúcar é de 1,6 milhão de toneladas, o que representa 30% das exportações do Estado.

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