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Sindicato faz ‘sardinhada’ pelas 40 horas

Acampados em frente ao prédio sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), sindicalistas e metalúrgicos desempregados promoveram ontem, ao meio-dia, uma "sardinhada" em plena avenida Paulista, centro financeiro da capital paulista. O objetivo foi chamar a atenção da população para a campanha dos trabalhadores pela redução da jornada de trabalho, de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salários.

AE |

Acampados em frente ao prédio sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), sindicalistas e metalúrgicos desempregados promoveram ontem, ao meio-dia, uma "sardinhada" em plena avenida Paulista, centro financeiro da capital paulista. O objetivo foi chamar a atenção da população para a campanha dos trabalhadores pela redução da jornada de trabalho, de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salários. Além disso, o propósito da manifestação era pressionar a Fiesp a abrir negociações sobre a pauta encaminhada pelas centrais sindicais no dia 12 de março, sem nenhuma resposta da entidade. Desde a tarde terça-feira, cerca de 50 sindicalistas e trabalhadores desempregados se revezam em sete barracas montadas em frente à sede da Fiesp. Ontem, os manifestantes prepararam 50 quilos de sardinha na brasa, que foram distribuídas para a população, juntamente com panfletos mostrando as vantagens da redução da jornada. Entre os principais argumentos, está a possibilidade de abertura de postos de trabalho com a jornada reduzida. "Os empresários e alguns políticos se fazem de surdos, mas os trabalhadores vão manter a pressão para a abertura de negociações, não só pela Fiesp como também pelas empresas", disse o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Mogi das Cruzes e Região, Miguel Torres. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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