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Sindicato britânico propõe decálogo de medidas para enfrentar a crise

(Embargada até as 22h01 de Brasília) Londres, 16 nov (EFE).- O Unite, maior sindicato do Reino Unido, apresentará hoje ao Governo britânico um decálogo com as medidas prioritárias que, segundo grupo, deveriam ser adotadas para enfrentar a crise.

EFE |

A organização, que representa 2 milhões de trabalhadores de todos os setores, pede que se congele o resgate de imóveis por parte dos bancos insolventes (enquanto são construídas casas acessíveis), o aumento do investimento público para gerar demanda e apoio à indústria.

Também propõe uma mudança do sistema tributário para beneficiar as pessoas de baixa renda - algo que o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, já disse que fará -, a introdução de um imposto especial sobre lucros inesperados para as empresas petrolíferas e o impulso ao pleno emprego.

O Unite quer também a restauração dos direitos plenos dos trabalhadores, investimento em infra-estrutura, queda da taxa de juros para estimular os investimentos e a elaboração de um novo marco regulador para o setor financeiro.

Com este decálogo, entregue às vésperas da apresentação no Parlamento do orçamento preliminar do Estado - em 24 de novembro -, o sindicato pretende dar idéias para proteger os trabalhadores "do triplo risco de demissões, despejos e aumento dos preços", segundo o secretário-geral do Unite, Tony Woodley.

Além disso, um estudo com mil trabalhadores divulgado hoje pela empresa de consultoria de recursos humanos Badenoch & Clark indica que a crise econômica está aumentando o estresse dos trabalhadores no Reino Unido, já que tiveram aumento da quantidade de trabalho e temem por seu futuro. EFE jm/an

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