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Sharp quer de novo o filão do mercado de eletrônicos

Sharp quer de novo o filão do mercado de eletrônicos Por Jocelyn Auricchio São Paulo, 08 (AE) - A concorrência entre fabricantes de equipamentos de áudio e vídeo, que normalmente já é acirrada em feiras de eletrônicos como o Hi-Fi Show, neste ano teve um agravante. A Sharp, empresa japonesa que há quase dez anos deixou de operar no País, anunciou que vai voltar a explorar o mercado nacional, inclusive com fabricação local.

Agência Estado |

"Estamos vindo definitiva e oficialmente para o Brasil. Fizemos pesquisas de aceitação de mercado e quermos buscar espaço na competição dos eletrônicos", afirmou ao Link o diretor da divisão de eletrônicos de consumo da Sharp, Guilherme Coletti. A marca já esteve presente no País, mas com outro modelo de negócios. Nos anos 90, a marca era licenciada para a família Machline. O contrato previa apenas a venda de parte da linha de eletrônicos, alguns produzidos sem especificações da empresa.

A nova fase começou em janeiro, com a produção de televisores de tubo na Zona Franca de Manaus. A idéia era testar o mercado. Empolgada com os resultados, a sede japonesa autorizou a abertura do escritório em São Paulo e a venda da linha de TVs de LCD Aquos, apresentada em agosto como a "mais fina do mundo" na IFA, em Berlim. Antes, a TV só poderia ser comprada no exterior, por preço mais alto e sem garantia.

A promessa da Sharp é instalar mais fábricas dependendo da demanda do mercado e lançar televisores com decodificadores de TV digital integrados, que já são vendidas por Samsung, LG e Panasonic. Realmente o Hi-Fi Show fez a concorrência aumentar - e muito.

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