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Setor bancário volta a derrubar bolsas européias

SÃO PAULO - As bolsas européias encamparam as preocupações que dominaram o mercado americano ontem e fechou em terreno negativo, prejudicado pelas ações do setor bancário e de financeiras. As apreensões com perdas adicionais derivadas da crise do subprime e os rumores envolvendo as financeiras americanas Fannie Mae e Freddie Mac justificaram a baixa de mais de 2% nos índices da região.

Valor Online |

Em Londres, o FTSE-100 terminou em queda de 2,38%, aos 5.320 pontos. O CAC-40, de Paris, cedeu 2,61%, para 4.332 pontos. Em Frankfurt, o DAX fechou aos 6.282 pontos, com recuo de 2,34%.

O humor dos agentes já estava bastante deteriorado devido a notícias de que as duas gigantes financeiras americanas Fannie Mae e Freddy Mac teriam de ser salvas pelo governo americano uma vez não estariam mais conseguindo captar recursos sozinhas.

Hoje a piora do clima foi alimentada pelos comentários do ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI) Kenneth Rogoff. Segundo ele, a crise financeira global ainda deve piorar e pode levar à quebra de um grande banco dos Estados Unidos dentro de meses.

Em conferência em Cingapura, Rogoff, que é hoje professor em Harvard, chegou a afirmar que o pior ainda está por vir.

Ao mesmo tempo, indicadores econômicos nos Estados Unidos não colaboraram para anular o pessimismo. O índice de de preços ao produtor no país avançou 1,2% em julho, acima do esperado.

As baixas mais significativas vieram da seguradora AXA, cujos papéis caíram 6,03% em Paris. As ações do Crédit Agricole perderam 5,2%. Os papéis da Allianz cederam 3,47% em Frankfurt e os do Deutsche Bank declinaram 4,6% . Em Londres, as ações do Royal Bank of Scotland (RBS) perderam 5,91% na bolsa londrina.

(Valor Online, com agências internacionais)

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