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Serasa: pedidos de falência caem 25,1% em abril

O número de pedidos de falência caiu 25,1%, passando de 195 em março para 146 em abril, mostra o Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações, divulgado hoje. A queda mais significativa em termos absolutos ocorreu entre as micro e pequenas empresas (26,8%), de 123 pedidos em março para 90 em abril.

AE |

O número de pedidos de falência caiu 25,1%, passando de 195 em março para 146 em abril, mostra o Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações, divulgado hoje. A queda mais significativa em termos absolutos ocorreu entre as micro e pequenas empresas (26,8%), de 123 pedidos em março para 90 em abril. Também houve recuo, de 9,1% (de 44 para 40), entre as médias empresas e de 42,8% (de 28 para 16) entre as grandes.

As falências decretadas tiveram alta de 7,1% de março para abril, concentrada entre as pequenas empresas. As médias e grandes companhias mantiveram os patamares de março. Na comparação dos primeiros quatro meses de 2009 com os primeiros quatro meses de 2010, o número de falências requeridas caiu 8,7%. As médias empresas se destacam, com 14,4% de queda no período. O número de falências decretadas caiu 1,9%, sendo 3,8% entre as micro e pequenas (de 235 para 226) e de 66,7% entre as grandes (de 9 para 3). Entre as médias, houve alta de 66,7% no primeiro quadrimestre (de 15 para 25 registros).

De acordo com os técnicos da Serasa, a queda no número de pedidos de falência em abril deveu-se a avanços na atividade econômica e ao menor número de dias úteis no mês (foram 20, em comparação aos 23 de março). Para eles, há crescimento das receitas, o que facilita a administração do fluxo de caixa das empresas, mesmo com a oferta de crédito ainda não normalizada.

O recuo na comparação quadrimestral explica-se pela conjuntura econômica em 2009 e em 2010. Nos primeiros quatro meses de 2010, o país registrou altas taxas de crescimento, enquanto no mesmo período de 2009 havia recessão, com baixa oferta de crédito e elevada inadimplência das empresas.

A tendência, segundo os especialistas, é de a queda no indicador continuar por causa da melhora das condições econômicas do País. Para os técnicos, a alta da Selic (a taxa básica de juros da economia), decidida em abril, não deve impactar o indicador enquanto a previsão de crescimento do País permanecer inalterada.

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