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Senadores discutem situação da Petrobras

BRASÍLIA - O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) disse ontem que a Petrobras contraiu, no fim do mês de outubro, um empréstimo de R$ 1,8 bilhão - valor corrigido depois pelo líder do partido no Senado, Arthur Virgílio (AM), para R$ 2,28 bilhões -, o que poderia indicar que a empresa estatal estaria quebrando . Jereissati afirmou que o empréstimo foi feito na Caixa Econômica Federal, algo que, disse, nunca antes na história desse país havia acontecido .

Valor Online |

O tucano afirmou ainda que havia recebido essa informação à tarde, mas que decidira tornar a questão pública apenas à noite - ele pediu a palavra por volta das 21 horas - para evitar que o " estresse de caixa " da Petrobras causasse temor nos mercados e na Bolsa de Valores. Os tucanos querem que o presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, vá ao Senado prestar esclarecimentos sobre o caso.

O líder do PSB no Senado, Renato Casagrande (ES), ligou para Gabrielli e considerou as justificativas do presidente da Petrobras convincentes. Segundo Casagrande, Gabrielli reconheceu que a empresa contraiu o empréstimo " porque toda empresa precisa de crédito " . Gabrielli lembrou que o crédito internacional está escasso e que, por isso, a empresa optou por pedir um financiamento à Caixa. Outros empréstimos já foram pegos no Banco do Brasil e no BNDES. O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR) não acredita que Gabrielli vá comparecer ao Senado e minimizou as declarações dos tucanos.

(Paulo de Tarso Lyra | Valor Econômico)

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