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Senador detalha plano de regulação financeira para os EUA

WASHINGTON - Um novo projeto de lei democrata no Senado para controlar os mercados financeiros daria ao governo novos poderes para limitar as instituições que ameaçam a economia, forçaria a indústria a pagar pelas suas falhas e criaria uma instituição fiscalizadora com o Federal Reserve. A legislação revelada nesta segunda-feira pelo presidente do Comitê Bancário do Senado dos EUA, Christopher Dodd foi tímida no que tange à ambição de reestruturar as regulações federais financeiras, vislumbrada pelo presidente Barack Obama ou contida na legislação já aprovada pela Câmara.

Valor Online |

Mas o projeto de lei, que inclui questões negociadas com os republicanos, ainda assim representaria a maior revisão das regulações desde o New Deal. O projeto vem 18 meses depois que Wall Street mergulhou a nação em uma depressão profunda.

"Os americanos estão frustrados e bravos, como todos nós sabemos", afirmou Dodd. "Eles perderam a confiança nos nossos mercados, e eles se questionam se há alguém olhando por eles".

Ao anunciar seu projeto em uma conferência com a imprensa, Dodd estava sozinho, um sinal da dificuldade que existe a sua frente no que envolve à elaboração de um projeto que possa ser aprovado no Senado.

Nenhum dos 10 republicanos no seu comitê apoiou seu plano. Muitos democratas manifestaram a sua insatisfação com a decisão do Dodd de rejeitar o plano de criação de uma agência autônoma para os consumidores, um ponto central da proposta de Obama.

O plano também não inclui a demanda mais recente de Obama de reduzir o tamanho das maiores instituições financeiras e de proibir que os bancos comerciais conduzam operações arriscadas em suas próprias contas.

Obama chamou a proposta de Bill de "uma boa base", mas sinalizou que abrange pouco do que é necessário. "Eu vou aproveitar todas oportunidades de trabalhar com Dodd e seus parceiros para fortalecer o projeto e vou lutar contra os esforços de enfraquecê-lo", afirmou.

(Associated Press)

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