Por sugestão do senador Heráclito Fortes (DEM-PI), a Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado aprovou, esta manhã, a realização de uma audiência pública com o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Jorge Felix, e o diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Wilson Trezza, para falarem sobre declaração do juiz Antônio Carlos Almeida Campelo, da Justiça Federal em Altamira (PA), de que estaria se sentido incomodado por agentes da Abin. Campelo foi o juiz que suspendeu, por três vezes, o leilão da hidrelétrica de Belo Monte.

Por sugestão do senador Heráclito Fortes (DEM-PI), a Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado aprovou, esta manhã, a realização de uma audiência pública com o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Jorge Felix, e o diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Wilson Trezza, para falarem sobre declaração do juiz Antônio Carlos Almeida Campelo, da Justiça Federal em Altamira (PA), de que estaria se sentido incomodado por agentes da Abin. Campelo foi o juiz que suspendeu, por três vezes, o leilão da hidrelétrica de Belo Monte.

O juiz Antônio Carlos Almeida Campelo também foi convidado pela CRE a participar da audiência pública. Como os três foram apenas convidados pela comissão, caberá a eles agendar o dia da reunião.

Na avaliação do senador Heráclito Fortes, os órgãos de segurança da Presidência da República não deveriam interferir em questões como o leilão de Belo Monte. "Esta situação mais uma vez mostra desvios de função da Abin", disse o senador. Em entrevista ao jornal "Folha de S.Paulo", Campelo disse que agentes da Abin estiveram na Justiça Federal em Altamira e telefonaram para lá algumas vezes atrás das decisões dele sobre o leilão.

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