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Senado dos EUA votará plano com garantia maior para correntistas

SÃO PAULO - A principal novidade do projeto de lei de resgate ao setor financeiro que será votado hoje no senado norte-americano, em comparação com o texto que foi rejeitado na segunda-feira pela câmara, é o aumento na garantia para depósitos de correntistas dos bancos dos EUA de US$ 100 mil para US$ 250 mil entre a data da publicação da lei e o final de 2009. O projeto prevê ainda que a Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), entidade responsável por essas garantias, não terá limites para tomar recursos emprestados do Departamento do Tesouro para assegurar os pagamentos. Atualmente esse limite, que nunca foi usado, é de US$ 30 bilhões.

Valor Online |

O pedido feito pela FDIC era para elevá-lo para US$ 100 bilhões, mas os senadores decidiram acabar com o teto da linha de crédito, para dar maior segurança para os correntistas.

Vale ressaltar que no final do segundo trimestre, a FDIC tinha cerca de US$ 45 bilhões para garantir depósitos totais de US$ 4,5 trilhões.

Voltando o foco para a votação desta quarta, foi mantido o ponto central do pacote, que prevê a autorização para que o Tesouro dos EUA use até US$ 700 bilhões para comprar títulos podres lastreados em hipotecas e que estão na carteira de bancos, seguradoras e fundos de pensão. Além da compra direta, será possível também oferecer garantia para esses títulos, mediante a cobrança de um prêmio, como se fosse uma espécie de seguro.

Com as novas mudanças no pacote, que receberam o endosso formal dos senadores e candidatos a presidente Barack Obama e John McCain, a expectativa é de que o projeto de lei seja aprovado sem maiores dificuldades no senado. A dúvida é se as alterações serão suficientes para convencer ao menos 13 deputados que rejeitaram o texto na segunda-feira, a mudar de idéia. Na votação, 205 congressistas apoiaram o plano, enquanto 228 rejeitaram a proposta.

(Valor Online, com agências internacionais)

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