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Sem parceria em ano eleitoral, sobrariam só dois anos de mandato, diz Lula

ARACAJU - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou hoje (29) as declarações feitas por ele ontem, sobre interferências do Judiciário em relação a políticas públicas do Executivo em anos eleitorais. O presidente concedeu entrevista coletiva após participar do 6° Fórum de Governadores do Nordeste.

Valor Online |

Lula negou que as críticas se referissem ao ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, e que suas declarações tenham sido palpites sobre opiniões manifestadas por integrantes do Judiciário. Ele afirmou que se referia a críticas do PSDB e do DEM, que entraram com ações no STF contra o programa Territórios da Cidadania, que classificam como eleitoreiro.

Não citei o ministro Marco Aurélio. Disse que se prevalecer a lógica de que o governo federal não pode fazer parcerias com os municípios no ano que antecede as eleições municipais - em que o governo federal não participa - ou no ano em que o presidente da República disputa a eleição, significa que, de um mandato de quatro anos, você vai governar dois , afirmou.

Lula disse que nunca fez juízo de valor sobre decisões da Justiça, mas afirmou que quando não se trata de sentença, é normal responder a opiniões divergentes. Da mesma forma que como seres humanos brasileiros, as pessoas dão palpite sobre as coisas, o presidente pode dar palpite e julgar os palpites dos outros. Afinal de contas, estamos num debate político , argumentou.

Para o presidente, apesar das divergências, não existe crise entre os poderes no país. Cada poder tem autonomia suficiente. A sustentabilidade da democracia está no fato de você respeitar a autonomia de cada um .

(Agência Brasil)

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