Tamanho do texto

A segunda prévia de setembro da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S), apurada até ontem, desacelerou para 0,04%, ante alta de 0,20% na prévia anterior, informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Acordo Ortográfico

 Segundo a entidade, a principal contribuição para a desaceleração da taxa do indicador, na passagem da primeira para a segunda leitura do mês, partiu de elevações de preços menos intensas, e deflações mais fortes, em cinco das sete classes de despesa usadas para cálculo do índice.

É o caso de Educação, Leitura e Recreação (de 0,40% para 0,38%); Transportes (de 0,25% para 0,17%); Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,38% para 0,35%); Habitação (de 0,56% para 0,35%) e Alimentação (de -0,38% para -0,75%).

Entretanto, a FGV destacou o grupo dos alimentos como a principal influência para a taxa menor do índice. No setor de alimentação, foram apuradas quedas e desacelerações de preços em Hortaliças e Legumes (-6,42% para -8,03%), Frutas (6,63% para 5,06%), Laticínios (-2,02% para -2,56%) e Pescados Frescos (-1,09% para -1,97%).

Já os outros grupos apresentaram aceleração ou fim de queda de preços, no mesmo período. É o caso de Vestuário (de -0,49% para 0,01%); e de Despesas Diversas (de 1,22% para 1,28%).

Leia mais sobre inflação no Brasil

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.