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Seguindo instabilidade externa, DIs longos fecham com alta na BM F

SÃO PAULO - Depois de uma tentativa de baixa no começo dos negócios, os contratos de juros futuros passaram a acumular prêmios de risco e fecharam a quinta-feira apontando para cima na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F). Ao final do pregão, o contrato de Deposito Interfinanceiro (DI) com vencimento para janeiro de 2010, o mais líquido, fechou com alta de 0,05 ponto, a 11,18%. Janeiro 2011 avançou 0,07 ponto, para 11,62%, e janeiro 2012 apontava 11,94%, com valorização de 0,04 ponto.

Valor Online |

Na ponta curta, o DI para março caiu 0,01 ponto, para 12,64%. O contrato para abril também recuou 0,01 ponto, a 12,25. E julho de 2009 ganhou 0,04 ponto, projetando 11,63%.

Até as 16h15, antes do ajuste final de posições, foram negociados 377.020 contratos, equivalentes a R$ 33,56 bilhões (US$ 14,67 bilhões). O vencimento de janeiro de 2010 foi o mais negociado, com 207.685 contratos, equivalentes a R$ 18,93 bilhões (US$ 8,28 bilhões).

Para o economista-chefe da Gradual Corretora, Pedro Paulo Silveira, na ausência de indicadores internos, as curva futura foge um pouco do escopo da política monetária e passa a acompanhar a instabilidade observada em outros mercados.

Segundo o especialista, como hoje o humor externo não é bom, há um aumento na percepção de risco e consequente tomada de posição defensiva em contratos futuros longos.

Silveira também aponta que esse pessimismo com relação à economia mundial afeta os negócios na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que opera em território negativo pelo quarto dia consecutivo.

Amanhã, o posicionamento ganha algum viés interno, com a divulgação do Índice Geral de Preços 10 (IPG-10). E na semana que vem os agentes recebem uma série de indicadores que podem contribuir para consolidar as expectativas quanto à condução da política monetária. São apresentados o IPCA-15 de fevereiro, a segunda-prévia do IGP-M, as vendas no varejo em dezembro e a taxa de desemprego em janeiro.

Na gestão da dívida pública, o Tesouro vendeu todo o lote de 500 mil Letras Financeiras do Tesouro (LFT) que ofertou, captando R$ 1,89 bilhão. Também foram vendidas 2,367 milhões de Letras do Tesouro Nacional (LTN), o que corresponde a R$ 2,11 bilhões, e outras 71,8 mil Notas do Tesouro Nacional Série F (NTN-F), por R$ 66,83 milhões. O tesouro tentou resgatar antecipadamente NTN-Fs, mas não obteve ofertas.

(Eduardo Campos | Valor Online)

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