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Secretário-geral da OCDE condena protecionismo

Roma, 14 fev (EFE).- O secretário-geral da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), o mexicano Ángel Gurría, disse neste sábado na abertura da reunião do Grupo dos Setes (G7, os países mais desenvolvidos), realizada em Roma, que o protecionismo deve ser evitado a todo custo.

EFE |

Os ministros de Economia do G7, que iniciaram na sexta-feira à noite as reuniões com um jantar de trabalho, discutirão como abordar a tendência para o nacionalismo econômico que começou a aflorar em decisões como a cláusula "Buy American" (comprar produto americano) do plano de estímulo econômico dos Estados Unidos.

Segundo o secretário-geral da OCDE, hoje "haverá uma ampla discussão sobre as perspectivas econômicas, as estimativas (econômicas) e cada um confirmará suas projeções, para entrar, em seguida, nas discussões sobre a mudança do sistema financeiro que apresentaremos ao G20 (os países mais ricos e os principais emergentes)" em abril.

Gurría insistiu na importância de que os ministros de Finanças do G7 e os presidentes dos bancos centrais do grupo trabalhem juntos, porque "isso significa que há uma coordenação, um entendimento comum".

Sobre se o protecionismo é motivo de preocupação, o secretário-geral da OCDE respondeu: "certamente estamos preocupados, e muito, devemos evitá-lo a todo custo e este é um tema que sairá desta reunião".

Países como Japão e Canadá, membros do G7 junto com França, Reino Unido, Alemanha, Itália e EUA, já protestaram contra a cláusula Buy American, que, segundo eles, poderia provocar represálias de seus parceiros comerciais.

O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, antecipou ontem que outro assunto que será abordado pelo G7 será o envolvimento de países em vias de desenvolvimento, como China e Índia, para ajudar a tirar o mundo da crise.

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