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Secretário diz que embarques devem atrasar

O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral, disse à Agência Estado que não foram surpresa as restrições colocadas pela Argentina para a importação de vários produtos. Segundo ele, nos últimos anos, o governo argentino tem ampliado a lista de produtos que estão sujeitos à licença não automática.

Agência Estado |

O governo ainda está avaliando o impacto da medida nas exportações brasileiras, mas Barral admitiu que deve haver atraso nos embarques. "Pode haver atraso na emissão das licenças."

Ele, no entanto, aposta no diálogo bilateral para contornar a situação. "Temos tido um excelente diálogo com a Argentina. Temos conseguido resolver os problemas comerciais nas reuniões bilaterais." A próxima reunião está agendada para 10 de novembro, mas, antes, deve ocorrer uma reunião de ministros dos dois países, em Brasília, para discutir os efeitos da crise internacional. O secretário acredita que as restrições comerciais já poderão ser discutidas entre os técnicos nesse encontro.

As medidas argentinas englobam produtos como calçados, têxteis, eletrodomésticos, brinquedos e motos. Esses itens não terão licenças automáticas de importação, o que significa que os pedidos passarão por análise da aduana argentina antes da autorização para entrar no país. Barral disse que a Argentina está preocupada com a procedência dos produtos. Segundo ele, mercadoria de outros países está chegando à Argentina com a informação de que seria do Brasil. "A licença não automática identifica isso." As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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