Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Sarkozy ressaltará aos europeus do G8 que a única saída é coletiva

Paris, 3 out (EFE).- O primeiro-ministro da França, François Fillon, disse hoje que o presidente francês, Nicolas Sarkozy, ressaltará amanhã aos outros dos líderes dos países europeus do Grupo dos Oito (G8, os sete países mais desenvolvidos e a Rússia), em reunião em Paris, que a única saída para a crise financeira é coletiva.

EFE |

Em um ato com os parlamentares de seu partido, a conservadora União por um Movimento Popular (UMP), em Antibes (sudeste), Fillon disse que "Sarkozy lembrará que a única saída para a crise é coletiva. Proporá à Europa dar segurança a seus sistemas bancários, descongelar o crédito e coordenar sua estratégia econômica e monetária".

O primeiro-ministro francês, que também participará da reunião com a chanceler alemã, Angela Merkel, e os primeiros-ministros da Itália, Silvio Berlusconi, e do Reino Unido, Gordon Brown, disse que se trata de corrigir "um sistema que se tornou irresponsável", e ressaltou que "a Europa deve ter seu papel neste debate que se inicia".

"Não nos proibimos nenhuma solução", afirmou, antes de argumentar que, "entre um capitalismo desenfreado e o dirigismo socialista, há um espaço que devemos ocupar com o único objetivo de colocar a França no caminho do progresso".

O chefe do Estado francês cancelou hoje um discurso em um evento de jovens aprendizes, segundo o secretário de Estado de Comércio, Hervé Novelli, para preparar a reunião de amanhã sobre a crise financeira.

"O presidente da República me disse que estava falando repetidamente por telefone com alguns chefes de Estado e de Governo para preparar com muito cuidado" a reunião, disse Novelli, para explicar a ausência de Sarkozy.

O secretário de Estado de Assuntos Europeus, Jean-Pierre Jouyet, tinha ressaltado a prioridade francesa em uma ação européia frente à crise, em entrevista concedida ao "Les Echos".

"Temos que estar todos de acordo para intervir quando e onde for necessário, para evitar qualquer risco sistêmico, segundo modalidades que podem ser diferentes de um Estado para outro", disse Jouyet. EFE ac/an

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG