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Sarkozy quer ficar mais tempo no comando da UE

A crise financeira e a perspectiva de uma recessão abrem uma turbulência política na União Européia. Enquanto promete cooperação regional para enfrentar os problemas, o presidente da França e da UE até o final do ano, Nicolas Sarkozy, tenta convencer o bloco a criar um governo econômico para os mercados que usam o euro, de preferência liderado por ele mesmo até 2010.

Agência Estado |

Os ataques contra Sarkozy se espalharam pela Europa diante de sua tentativa de se manter no poder. Em sua edição de anteontem, o Financial Times chamou a iniciativa de criação de um governo econômico de um "golpe de estado" por parte do francês, que não quer deixar o poder. A Alemanha já mandou um recado: não aceitará o plano de ter um francês no comando do euro. Pelas regras da UE, cada país do bloco assume a presidência do grupo por seis meses. Sarkozy assumiu o cargo em julho.

A partir de janeiro, o comando fica com a República Tcheca e, em julho, com a Suécia. Mas com a crise, Sarkozy deixou claro que a UE precisaria de um órgão mais estável e com uma presidência de mais longo prazo. Ontem, Paris convocou mais uma nova cúpula da UE para preparar as posições do bloco para a reunião em Washington entre as 20 maiores economias do mundo e, de quebra, reforçar a posição da França como líder no processo e a eventual candidatura de Sarkozy como presidente da Europa por mais tempo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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