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Madri - O Grupo Santander informou nesta terça-feira que ganhou na América Latina 1,42 bilhão de euros (aproximadamente US$ 2,17 bilhões), nos seis primeiros meses do ano, o que representa um aumento anualizado de 4,4%.

O Brasil, com um lucro líquido de 501 milhões de euros, 10,3% a mais em relação ao mesmo período do ano anterior, foi de novo o país que mais apresentou ganho na área.

Em segundo lugar, o México alcançou 367 milhões de lucro, 14% a mais, seguido de Chile, que ficou em 259 milhões de euros de lucro, em um aumento anualizado de 6,7%.

O valor total na região da América Latina é um pouco menor do que um terço do lucro semestral global da empresa, que subiu para 4,73 bilhões de euros (aproximadamente US$ 7,42 bilhões).

O Santander ressaltou que estes resultados, que teriam crescido em torno de 8,5% se não fossem prejudicados pelo efeito da taxa de câmbio, foram impulsionados pela atividade dos bancos comerciais, que avançou 8% e se consolidou como o motor do crescimento.

Após quase um ano de turbulências financeiras nos mercados mais desenvolvidos, o Santander destacou que as economias da região não sofreram um impacto significativo no crescimento, mas sua taxa de inflação foi elevada.

Além disso, o crédito a pessoas físicas sofreu uma desaceleração após amarrar vários anos de forte expansão, enquanto o crédito a empresas e instituições mantiveram altos ritmos de crescimento.

O crédito de pessoas físicas e pequenas e médias empresas aumentou 21% durante no primeiro semestre e já representa 52% do crédito total do grupo na América Latina, enquanto o de consumo avançou 15%, o de cartões, 29%, e os hipotecários, 18%.

No final de junho, a base de clientes do grupo na América Latina subia para 26,3 milhões, aumentando em 2,4 milhões em comparação com um ano antes.

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