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Santander quer elevar base de clientes comerciais em 35% até 2012

O banco Santander prevê aumentar sua base de clientes entre os estabelecimentos comerciais em 35% em três anos, passando dos atuais 500 mil para 650 mil pontos até 2012. Essa é a meta traçada com o lançamento do Santander Conta Integrada, um serviço para comerciantes e prestadores de serviços que envolve cartão de crédito e a conta bancária. ¿Conquistando essa base chegaremos a uma participação de 10% no mercado de cartões¿, afirma José Paiva Ferreira, vice-presidente do Santander.

Redação Economia |

 

Para montar a estratégia, o banco estreia no segmento de adquirente em cartões, área na qual hoje atuam Cielo e Redecard. Com isso, o banco passa a captar a operação na máquina usada no balcão (POS) e faz toda a administração, já que opera junto com a Mastercard para isso. Segundo Paiva, a partir de julho, a transação também poderá ser feita com os cartões Visa.


O executivo do banco diz que foram três anos de testes e pesquisas para chegar ao formato anunciado. Um dos pontos observados foi o percentual de consumo das famílias em cartões, que no Brasil em 2008 estava em 21,4%, um pouco acima do ano anterior, com 19,1%. Nos Estados Unidos, por exemplo, esse consumo chega a 34%, afirma Paiva.

No Brasil, só atuávamos na ponta do emissor do cartão de crédito, mas o Santander já atua no conceito de adquirente em outros países. Paiva estima que o mercado de cartões no Brasil alcance 153 milhões de unidades até o final deste ano. É um mercado novo a cada quatro anos, já que ele cresce cerca de 20% ao ano.

Isenção de tarifas

O sentido da conta integrada é que o banco oferece isenção nas tarifas bancárias de até 100% para os clientes que aderirem ao serviço. Para isso, terá de ter faturamento mínimo de R$ 3 mil vendidos por meio do cartão. Além disso, o banco oferece linhas de redesconto e de capital de giro ativadas pela própria máquina do cartão.

Para criar o serviço, o Santander fechou uma parceria com a GetNet, que atua na área de transações eletrônicas para bandeiras regionais de cartões. Segundo José Renato Hopf, presidente da empresa, já são 21 bandeiras em seu portfólio, como Sorocred e Unique. A companhia está no mercado desde 2003 e no ano passado faturou R$ 2,2 bilhões. Atuamos com 178 mil estabelecimentos comerciais, diz ele.


Paiva afirma que a parceria com a GetNet e apenas comercial e não envolve participação acionária entre a empresa e o banco. Sobre as taxas cobradas na operação dos cartões, o vice-presidente do Santander afirma que não pode dizer que será 1%, 2% ou 3%. Ela irá depender do relacionamento com o cliente, diz. Nessa operação, não seremos concorrentes das empresas de cartões, mas dos grandes bancos.

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