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Santander lucra 1.019 bi de euros na A.Latina e 21% dos lucros vem do Brasil

Madri, 29 abr (EFE).- O Grupo Santander obteve um lucro de 1,019 bilhão de euros entre janeiro e março na América Latina, 14,6% mais que no primeiro trimestre de 2009, graças sobretudo ao Brasil, que teve resultados recorde.

EFE |

Madri, 29 abr (EFE).- O Grupo Santander obteve um lucro de 1,019 bilhão de euros entre janeiro e março na América Latina, 14,6% mais que no primeiro trimestre de 2009, graças sobretudo ao Brasil, que teve resultados recorde. O Brasil já representa 21% dos lucros do grupo, ao registrar um lucro de 603 milhões de euros, um número recorde que cresceu 38,2% em comparação com o primeiro trimestre de 2009. Ao contrário de outros países, o Santander elevou substancialmente a concessão de créditos no Brasil (21%), enquanto os depósitos dos clientes subiram 24,4%. O Santander destacou que a recuperação continua em toda América Latina, que pode crescer entre 4 e 4,5% este ano devido ao avanço do consumo e do investimento privado. Nesse contexto, a economia captada em depósitos pelo Santander aumentou 3% ao ano, enquanto o aumento nos créditos continuou sua desaceleração, com uma alta de 2%. No México, onde o lucro cresceu 31,8%, até os 146 milhões de euros, o crédito se manteve praticamente estável, enquanto os depósitos sofreram uma queda de 4,8%. O lucro no Chile ficou nos 134 milhões de euros, um crescimento de 14,7%. Os créditos para os clientes subiram 7,8%, enquanto os depósitos caíram 2,3%. A Argentina forneceu 66 milhões de euros, um aumento de 14,8%, e o Uruguai gerou um lucro de 14 milhões de euros; a Colômbia, 11 milhões de euros; Porto Rico, 8 milhões de euros; e Peru, 2 milhões de euros. No final de março, a base de clientes do grupo na América Latina cresceu 37,7 milhões, com um aumento de 1,6 milhões nos últimos 12 meses. Apesar da expansão, o Santander reduziu seu número de escritórios em 4,9% e cortou os empregados em 8,5%. As ações do banco se revalorizavam hoje 1,8% na Bolsa espanhola no início do pregão, depois que os investidores negociaram 16,2 milhões de títulos do grupo no valor de 150 milhões de euros. EFE ecm/pb

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