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Santander confirma que negocia com Governo venezuelano venda de banco

MADRI - O Grupo Santander confirmou nesta sexta-feira que mantém negociações com o governo venezuelano para vender a filial do banco no país, uma das principais instituições financeiras venezuelanas.

Redação com agências |

 

Em comunicado, a entidade presidida por Emilio Botín reconheceu que pretendia vender o banco a um investidor privado venezuelano, para o que foram alcançados "determinados compromissos" sem chegar a acordar a compra e venda da entidade bancária.

O banco espanhol soube, então, do interesse do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, de nacionalizar o Banco da Venezuela, filial do grupo.

Hugo Chávez

O presidente da Venezuela, Hugo Cávez, havia dito na quinta-feira que quer nacionalizar o Banco da Venezuela. Em discurso em cadeia nacional, Chávez disse que soube que os "donos espanhóis" do banco queriam vendê-lo e que o governo quer "recuperá-lo" para colocá-lo "a serviço" dos venezuelanos.

O Santander possui cerca de 96% do Banco de Venezuela, que é o terceiro maior banco do país em termos de depósitos e o quarto em termos de carteira de crédito, segundo cifras de maio da firma privada Softline.

Em 1994, o Estado nacionalizou o banco em meio a uma aguda crise financeira, mas em dezembro de 1996 a instituição foi leiloada. O grupo Santander comprou na ocasião 93,38% das ações do banco, por US$ 351,5 milhões.

Com informações da Efe, Reuters e BBC Brasil

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