O promotor público especial Cho Joon-woong pediu, nesta quinta-feira, à Corte Distrital Central de Seul, na Coréia do Sul, sete anos de prisão para o ex-presidente da Samsung Lee Kun-hee, de 66 anos, que está sendo julgado por evasão de divisas e quebra de confiança. O promotor também exigiu que Lee pague uma multa de 350 bilhões de wons (US$ 350 milhões).

Os advogados de defesa de Lee negaram as acusações e pediram indulgência à Corte, citando as contribuições da Samsung e de Lee para o desenvolvimento da economia do país. O executivo não fez comentários ao chegar à Corte, e aparentou calma quando o pedido da sentença foi anunciado.

A Corte espera dar seu veredicto na próxima semana a Lee, que nega as acusações.

O executivo, que comandou a Samsung por quase 20 anos, pediu demissão em abril, após ser indiciado por corrupção.

As investigações contra o grupo foram iniciadas depois do ex-advogado chefe da Samsung ter revelado que a companhia mantinha um fundo com cerca de US$ 200 milhões para subornar funcionários do governo, promotores e juízes. As informações são da Dow Jones

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