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Saldo semanal é o maior desde julho de 2006

A balança comercial brasileira encerrou a terceira semana de agosto com o superávit de US$ 1,66 bilhão.Esse é o melhor resultado semanal desde a primeira semana de julho de 2006, quando o saldo das trocas comerciais do País com o exterior ficou positivo em US$ 1,69 bilhão.

Agência Estado |

Na terceira semana de agosto, as exportações somaram US$ 5,30 bilhões, com média diária de US$ 1,06 bilhão, o segundo melhor desempenho semanal do ano. As importações totalizaram US$ 3,63 bilhões, com média diária de US$ 727,6 milhões.

No acumulado do mês, o superávit comercial soma US$ 2,12 bilhões, resultado de exportações de US$ 11,19 bilhões e importações de US$ 9,07 bilhões. Pela média diária, as vendas externas (US$ 1,02 bilhão) aumentaram 55% em relação a agosto do ano passado, enquanto as importações (US$ 824,9 milhões) subiram 64,2%.

A recuperação das exportações brasileiras nas últimas semanas tem ajudado a reduzir o ritmo de queda do superávit comercial em 2008. No acumulado do ano, o saldo está positivo em US$ 16,77 bilhões, ante US$ 25,58 bilhões no mesmo período do ano passado. A queda, hoje, é de 33,6% pela média diária, mas a diferença era de 38,7% até o fim de julho.

As vendas externas acumulam neste ano US$ 122,29 bilhões, com uma média diária de US$ 778,9 milhões. As importações comam US$ 105,52 bilhões. A expansão das exportações, pela média diária, é de 29,4%. As importações cresceram 52,4% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Segundo informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o bom desempenho das exportações em agosto decorre principalmente do aumento das vendas de produtos básicos, sobretudo de commodities. Houve crescimento de 97,5% na média diária das exportações de produtos básicos em relação a agosto do ano passado. Os principais incrementos foram constatados, principalmente, no petróleo em bruto, minério de ferro, carnes e soja em grão.

As exportações brasileiras de produtos semimanufaturados aumentaram 60,3% no período e as de manufaturados, 23,5%. Nas importações, aumentaram os gastos com adubos e fertilizantes, cujas compras subiram 200,9%, e com combustíveis e lubrificantes, que aumentaram 122,4% em relação a agosto do ano passado.

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