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Sadia não está à venda, diz Furlan

São Paulo, 08 - O presidente do conselho de administração da Sadia, Luiz Fernando Furlan, afirmou hoje que a empresa não está à venda, desmentindo rumores que surgiram há algumas semanas sobre a possibilidade de a companhia ser vendida ou se desfazer de alguma divisão por conta dos problemas com derivativos. É claro que estamos trabalhando em um processo de volta à normalidade.

Agência Estado |

Buscamos formas de capitalizar a empresa por meio da venda de ativos não operacionais ou devolução de fábricas arrendadas," disse, após participar de almoço de fim de ano com a imprensa.

Furlan admitiu, porém, que a direção da empresa tem sido procurada por "pessoas que vêem na companhia uma boa oportunidade de investimento". "Estamos sendo procurados e estamos tratando bem os interessados, mas não há nada que possa ser adiantado."

Mais cedo, o diretor de Relações com Investidores da empresa, Welson Teixeira Júnior, já havia afirmado que "há estudos para recolocar a companhia em condições mais favoráveis" e que para isso está sendo analisada uma série de alternativas. Ele também confirmou que alguns investidores têm procurado Furlan com interesse na empresa. "Mas não há nada que se possa adiantar", acrescentou.

Fábricas

Furlan disse ainda que a companhia programa paradas técnicas em algumas de suas unidades para o primeiro trimestre do ano que vem. Segundo ele, a empresa ainda avalia quais unidades deverão paralisar temporariamente suas atividades. A iniciativa, ainda de acordo com Furlan, tem a finalidade de diluir estoques e realizar manutenção. "Tivemos durante o ano pressão de demanda sobre a capacidade."

Furlan informou também que a empresa trabalha com banco de horas e que os dias de paralisação serão descontados desse banco.

O executivo garantiu que as paradas técnicas não vão prejudicar as vendas da empresa e contribuirão para o movimento de ajuste das cargas que estão armazenadas.

Investimentos

Quanto aos investimentos previstos para o próximo ano, Furlan revelou que a companhia deve concluir projetos já iniciados, com aportes de aproximadamente R$ 500 milhões.

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