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Sadia esclarece que paradas técnicas serão em algumas linhas

SÃO PAULO - A Sadia esclareceu há pouco que, ao contrário do que executivos da empresa tinham dito hoje em almoço com jornalistas, não pretende realizar paradas técnicas em unidades inteiras ao longo do primeiro trimestre de 2009, diante da retração da demanda dos importadores, que estão com altos níveis de estoque. Segundo a companhia, está sendo avaliada a possibilidade de paradas em algumas linhas de produção de abate de frangos, que têm maior peso nas exportações.

Valor Online |

A informação sobre a paralisação foi dada na tarde de hoje pelo diretor-presidente da companhia, Gilberto Tomazoni, que não detalhou o número de plantas ou de profissionais que estarão envolvidos. "Vamos entender bastante bem a situação para depois nos posicionarmos", disse ele.

Além da conjuntura externa, também contribuíram para a decisão os problemas causados pelas enchentes em Santa Catarina. Parte das exportações da Sadia ficaram comprometidas com a paralisação do porto de Itajaí, por onde a companhia despacha ao exterior boa parte de seus produtos.

A Sadia também aproveitará os dias de paralisação para amortizar o banco de horas dos funcionários que, segundo o presidente do conselho de administração, Luiz Fernando Furlan, "trabalharam muito" durante um ano com forte pressão de demanda.

Ele afirmou ainda que o modelo de cada parada técnica será pensado na direção de ser o mais eficiente possível. A intenção da empresa é ter o menor custo com cada paralisação. "Só não vamos desligar as câmaras frigoríficas", exemplificou Furlan.

(Valor Online)

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