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Sadia adia entrada de novo sócio

São Paulo, 09 - Embora afirme que o controle acionário da Sadia, nas mãos da família Fontana, não esteja à venda, o presidente do Conselho de Administração da empresa, Luiz Fernando Furlan, admite que, se essa for a melhor opção para a empresa, não há na família nenhuma restrição cultural. A Sadia abriu o capital há 40 anos e as pessoas da família foram educadas para serem acionistas, e não mais proprietários ou donos.

Agência Estado |

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Mas os herdeiros do fundador Atílio Fontana - entre eles o próprio Furlan - não gostaram das ofertas de capitalização recebidas nas últimas semanas, seja pelo preço, considerado baixo, seja pelas condições impostas pelos eventuais novos sócios. Por isso, resolveram suspender as negociações que vinham mantendo com fundos de private equity e também com o BNDES.

"Não estamos com a corda no pescoço", avisa Furlan, que já estava fora da gestão da empresa, mas foi convocado pela família em setembro com a missão de reconstruir uma imagem abalada pelas perdas com derivativos. "A Sadia precisa de uma injeção de capital sim. Principalmente se quiser continuar a se expandir. Mas trabalho com um horizonte de oito a nove meses para buscar alternativas, que não precisam ser de uma única origem." As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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