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Royal Bank of Scotland quer vender participação no Banco da China

SÃO PAULO - O Royal Bank of Scotland divulgou nesta terça-feira que colocou a venda sua participação no Banco da China, avaliada em US$ 2,4 bilhões . A medida foi tomada para capitalizar a instituição, que registrou grandes perdas com a crise financeira.

Valor Online |

O Banco inglês está oferecendo aos investidores 10,8 bilhões de ações por um valor de 7,6% a 9,2% menor do que o preço das ações do banco chinês no último pregão.

Em 2005, o banco britânico pagou 1,57 bilhão de euros pela aquisição desta fatia no Banco da China. No entanto, a crise provocou muitas perdas à instituição, fazendo, inclusive, com que o banco tivesse que ser resgatado pelo governo britânico, que hoje detém 58% da instituição financeira.

Além disso, o Royal Bank of Scotland foi uma das instituições atingidas pela exposição aos fundos de administração de Bernard Madoff, ex-presidente da Nasdaq acusado de ter montado um esquema de fraudes financeiras.

Hoje, o maior banco do Reino Unido informou também que reconheceu que emprestou US$ 3,47 bilhões à Lyondell Chemical, companhia norte-americana do setor químico, que pediu falência. Os créditos da companhia, herdados com a aquisição do banco holandês ABN Amro, podem fazer com que o Royal Bank of Scotland perca mais de US$ 1,6 bilhões.

(Vanessa Dezem | Valor Online com agências internacionais)

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