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Royal Bank of Scotland aceita ajuda de 20 bilhões de libras

(corrige nome do banco no título e valor no parágrafo 12) Londres, 13 out (EFE).- O Royal Bank of Scotland (RBS) aceitou a ajuda do Governo britânico para aumentar sua liquidez em 20 bilhões de libras (25.

EFE |

205 milhões de euros), enquanto o Barclays finalmente recorrerá a seus acionistas para ampliar seu capital em 6,5 bilhões de libras (8,188 bilhões de euros).

O Halifax Bank of Scotland (HBOS) e o Lloyds TSB optaram por uma solução mista que mistura os fundos públicos com a busca de capital entre investidores privados, comunicaram hoje os quatro bancos ao regulador da Bolsa de Londres.

Como parte do plano de resgate, o RBS anunciou também a demissão de seu executivo-chefe, Fred Goodwin, que será substituído por Stephen Hester, atual executivo-chefe da gerente imobiliária British Land e ex-diretor financeiro e de operações do Abbey, comunicaram hoje ambos os bancos ao regulador da Bolsa de Valores de Londres.

O RBS tentará obter até 15 bilhões de libras (18,867 bilhões de euros) mediante a emissão de novas ações ordinárias, que serão oferecidas tanto a atuais acionistas como a investidores institucionais e que serão asseguradas em sua totalidade pelo Governo a um preço de 65,5 pence (82,3 centavos de euro) por título.

Deste modo, o Governo terá que assumir todos os títulos que não sejam adquiridos por investidores privados.

Além disso, o Governo adquirirá até 5 bilhões de libras (6,289 bilhões de euros) em ações preferenciais, que não dispõem de direitos de voto, mas que são as primeiras que recebem os dividendos.

Com esta liquidez adicional, o RBS pretende melhorar seus recursos de qualidade e se compromete a retornar aos níveis de 2007 em empréstimos a pequenas e médias empresas e em hipotecas.

"Lamentamos ter de ampliar de novo o capital, mas achamos que esta ação decisiva é necessária neste entorno de mercado sem precedentes", afirmou o presidente do grupo, Tom McKillop, que também deixará o cargo como parte do plano de resgate.

O RBS, afetado em sua liquidez tanto pela crise financeira como pela compra do ABN Amro, já teve que realizar uma ampliação de capital de 12 bilhões de libras (15,1 bilhões de euros).

Apesar de o que diziam as informações dos últimas dias, o Barclays finalmente não precisará, pelo menos em princípio, da ajuda do Governo, embora se reserva a possibilidade de fazê-lo se fracassarem suas iniciativas.

Por último, o Barclays ampliará capital em outros 3 bilhões de libras, "tão breve quanto seja possível" antes do anúncio dos resultados finais do grupo.

À parte destas ampliações, nas quais o banco já tem apalavrados 600 milhões de libras, o Barclays melhorará sua liquidez em 3,5 bilhões de libras (4,404 bilhões de euros), após suspender o dividendo final de 2008.

Por outro lado, o HBOS e o Lloyds TSB, que há alguma semanas acertou a compra do primeiro, buscam entre os dois outros 17 bilhões de libras (21,418 milhões de euros).

O HBOS ampliará capital em 8,5 bilhões de libras (10,7 bilhões de euros) com ações ordinárias e em outros 3 bilhões de libras (3,773 bilhões de euros), com títulos preferenciais.

O Lloyds TSB buscará 4,5 bilhões de libras (5,659 bilhões de euros) com ações ordinárias e 1 bilhão de libras (1,258 bilhões de euros), com preferenciais.

À parte de comprar as ações preferenciais, o Governo assegurará parte das outras emissões de ações, por isso que, no caso de os acionistas não acudirem a elas, no final controlaria 43,5% do grupo ampliado, por 36,6% para o Lloyds TSB e outros 20%, para o HBOS.

Ambas as entidades acertaram uma modificação do acordo de aquisição, de novo respaldado pelo regulador, que avalia em baixa o HBOS, já que seus acionistas receberão agora 0,605 título do Lloyds TSB por cada um seu, enquanto a equação de troca original era de 0,833. EFE pdj/ma

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