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Rio Summer quer levar a praia para o mundo

Dez grifes de São Paulo e seis do Rio são esperadas a partir de hoje até sábado na passarela do Claro Rio Summer, evento de moda de alto verão criado pelo publicitário Nizan Guanaes. A idéia é lançar o Rio como principal pólo de moda praia do mundo, desbancando a Miami Swimwear Week.

Agência Estado |

Entre as grifes participantes, todas, à exceção da novata 284, cria da Daslu, já participaram da São Paulo Fashion Week e do Fashion Rio, as duas semanas de moda mais importantes do País, e são vendidas no exterior.

Nos últimos dias, nos bastidores, comentava-se a predominância de grifes de São Paulo e o "clima paulistano" da semana de moda, que tem como "quartel-general" o Hotel Fasano, fechado para receber cerca de cem convidados vips - isso apesar de Guanaes repetir que quer vender para o mundo o "life style carioca", sem fomentar bairrismos. "Moda é a grande garota-propaganda de um povo."

Jacqueline de Biasi, da carioca Salinas, uma das principais marcas de biquíni brasileiras, ratifica que o evento tem, sim, "a cara do Rio". "A moda praia do Rio está bem representada. Nenhuma grife de praia que desfila no Rio e em São Paulo ficou de fora", diz a estilista, que mostra a coleção hoje. "O que pode ter acontecido é terem convidado marcas que não puderam participar. Foi muita correria."

Jacqueline se refere ao fato de os estilistas terem se deparado com o desafio de criar uma nova coleção, de alto verão, em meio à produção do inverno 2009 e da conceituação do verão 2010. Como tiveram poucos meses - o Rio Summer foi anunciado em agosto -, as grifes optaram por desfiles mais objetivos, com "o que as pessoas vão usar, de fato, no Rio", disse a estilista.

A Cia. Marítima, com desfile no sábado, promete uma "releitura especial dos maiores sucessos da marca em formas, estampas e conceito". A Lenny, que também mostra no sábado seus modelos numa tenda sobre as areias de Ipanema, retoma a coleção apresentada no Fashion Rio e continua a "explorar formas orgânicas e texturas da natureza"; a Blue Man (hoje) faz referências a Xica Da Silva.

Já a Rosa Chá (amanhã) vem com inspiração no trabalho do artista plástico Gonçalo Ivo, numa passarela com 25 metros de lâmina dágua. As outras grifes são: Carlos Miele, Adriana Degreas, Cris Barros, Iódice, Totem, Isabela Capeto, Jo de Mer, Triya, Raia de Goeye e Osklen.Foram investidos R$ 10 milhões e convidados jornalistas estrangeiros de publicações do peso de Vogue, Marie Claire e New York Times.

E compradores de importantes lojas, como a inglesa Harrods, a americana Barneys e a francesa Colette. Para atrair os olhares de fora, foram chamados profissionais como Carlos de Souza, braço direito do italiano Valentino por 20 anos, e Robert Forrest, que trabalha com Armani e Calvin Klein.

Foram trazidas do exterior tops brasileiras como Michele Alves, Isabeli Fontana, Izabel Goulart, Fernanda Tavares, Jeisa Chiminazzo, Ana Cláudia Michels e Carol Francischini. Presente pela manhã na abertura do evento, o ministro da Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior, Miguel Jorge, ressaltou que a moda praia representa 15% do setor têxtil brasileiro.

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