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Revendas vêem uma saudável acomodação

O aumento da inadimplência não preocupa as concessionárias, que continuam otimistas com as vendas. O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Sérgio Reze, acredita que o comportamento mais restritivo dos bancos é uma notícia boa para todo mundo.

Agência Estado |

"No ano passado, crescemos quase 30%. Isso gera distorções e problemas de toda natureza. Agora, estamos em meio a uma saudável acomodação", diz.

Para o representante das concessionárias, a venda de veículos novos vai continuar crescendo, mas em ritmo menor que o visto em 2007, ano de recordes na indústria. "Não teremos problema com a desaceleração, isso serve como um ajuste do mercado", afirma. Para ele, o mercado brasileiro não vai voltar a operar abaixo de 3 milhões de unidades por ano. Em 2007, as montadoras produziram 2,970 milhões de unidades, entre carros, caminhões e tratores.

Alessandro Soldi, diretor do grupo Saga, líder entre as concessionárias em Brasília, diz que a demanda arrefeceu nos últimos meses, mas o ritmo não preocupa. "O mercado continua crescendo."

Para reduzir os impactos da desaceleração, as 15 concessionárias do grupo realizam, há pouco mais de um mês, um "recall" de financiamentos. A idéia é trocar uma dívida cara por outra mais barata. A troca é feita quando o cliente adquire um carro zero, entregando seu usado ainda com prestações a vencer como entrada.

"Estamos trocando os financiamentos mais antigos por mais novos, que têm juros mais baixos", diz. Segundo ele, alguns clientes têm conseguido trocar juros superiores a 2% ao mês por taxas mais baixas, de 1,27%.

A diminuição dos juros ocorre apesar do aperto monetário iniciado em abril. Com a promoção, a empresa vendeu 280 carros nas últimas quatro semanas, o equivalente a 35% do movimento total do período.

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