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Resultados desnortearam bolsas nos EUA ontem

SÃO PAULO - As bolsas de Nova York passaram boa parte do dia em território negativo, mas reduziram o movimento e fecharam em direções opostas ao final da jornada. Notícias de que o Citigroup teria concordado em não executar hipotecas de clientes que estão por perder o imóvel colaboraram para a recuperação na reta final.

Valor Online |

O tom dos negócios na maior parte do dia foi dado por números ruins de desemprego, comentários de urgência vindos do presidente eleito, Barack Obama, e previsões piores da gigante varejista Wal-Mart.

Ao final dos negócios, o Dow Jones apontou baixa de 0,31%, para 8.742 pontos. O Standard & Poor ? s 500, por sua vez, inverteu o rumo e subiu 0,34%, para 909 pontos. O Nasdaq, que começou a puxar a inversão de rumo, terminou aos 1.617 pontos, com valorização de 1,12%.

A notícia de maior peso nas perdas do dia veio da varejista Wal-Mart, que revisou para baixo a previsão de lucro, devido ao impacto da crise sobre as vendas de Natal. As ações da Wal-Mart fecharam em queda de 7,49%
Paralelamente a isso, o governo americano divulgou que o total de beneficiários recebendo seguro-desemprego nos EUA alcançou na última semana o patamar mais alto em 26 anos.

As bolsas de valores européias caíram, pressionadas por ações de bancos e mineradoras, à medida que a divulgação de uma série de dados econômicos pessimistas aumentou os temores de recessão global profunda.

Também pesaram sobre o mercado as vendas fracas do Wal-Mart, maior varejista do mundo.

O índice FTSEurofirst 300 caiu 0,79%, para 870 pontos, depois de chegar à mínima de 859 pontos durante o pregão.

O setor bancário contribuiu com as maiores perdas do índice, com destaque para as ações de Commerzbank, Deutsche Bank, Standard Chatered e DT Postbank.

Em Londres, o índice Financial Times fechou com variação negativa de 0,05%, a 4.505 pontos. O DAX, de Frankfurt, recuou 1,17%, para 4.879 pontos. Em Paris, o CAC-40 cedeu 0,65%, para 3.324 pontos. Houve alta de 0,22% em Milão e quedas de 1,05% em Milão e 1,29% em Lisboa.

(Valor Econômico )

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