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Resgate do Fortis e Dexia custará 29 euros por habitante por ano

Bruxelas, 1 out (EFE) - O secretário de Estado de Finanças belga, Bernard Clerfayt, disse hoje que a operação pública para salvar as economias depositadas nas entidades bancárias Fortis e Dexia não custará mais de 29 euros por habitante, em média.

EFE |

Clerfayt explicou em comunicado que "as quantias emprestadas aos mercados financeiros e situadas como capital destes dois bancos não desaparecerão na operação".

Além disso, lembrou que o Estado se transformará em acionista das duas entidades, e que prevê revender essa participação pública quando os bancos forem resgatados.

"Esta revenda permitirá, então, reembolsar os empréstimos contraídos hoje", disse.

Clerfayt afirmou que o custo do plano dependerá do interesse que houver em pagar, a partir de outubro de 2009, aos operadores que emprestarem os 6,7 bilhões de euros investidos no capital dos dois bancos.

Em sua opinião, o valor pode rondar os 300 milhões de euros por ano a uma taxa de juros de 4,5%.

Por outro lado, considera que a posse de ações de ambas as entidades deveria incluir a percepção de dividendos, que seriam provavelmente "modestos" nos primeiros anos.

"No entanto, o retorno a uma situação normal permitirá obter uma receita que chegará em dedução dos encargos dos juros", disse.

Desta forma, o custo anual previsível por habitante não deveria ultrapassar os 28,27 euros, enquanto o Estado conservar uma parte dos dois bancos.

Por outro lado, Clerfayt acredita que é "provável" que o Estado revenda essas partes "quando o curso da Bolsa for superior a seu valor atual", em cujo caso alcançará um acréscimo que lhe permitirá devolver os 6,7 bilhões de euros e conservar meios suplementares deduzidos do encargo total da operação. EFE rja/db

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