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Republicanos promovem versão alternativa de plano econômico

WASHINGTON - Os legisladores republicanos da Câmara de Representantes dos Estados Unidos promoveram nesta quarta-feira sua própria versão de um plano de estímulo econômico, depois que o presidente Barack Obama não conseguiu convencê-los a apoiar a proposta democrata.

EFE |

Em entrevista coletiva, os principais líderes republicanos da Câmara Baixa criticaram o projeto de lei de US$ 825 bilhões que será submetido à votação nesta quarta-feira, e insistiram em que a versão com a qual trabalham custará menos e será mais eficaz para revitalizar a economia.

Em sua opinião, o plano perante o plenário da Câmara representa um esbanjamento de gastos fiscais e não ajudará em nada a criar ou preservar os milhões de empregos prometidos por Obama.

"O alívio tributário de ação rápida que apresentaremos em breve reduzirá de verdade os impostos ao povo americano e à pequena empresa, estimulará nossa economia e criará e preservará empregos nos EUA", afirmou o líder da minoria republicana, John Boehner.

O legislador afirma que a proposta da oposição criará "6,2 milhões de novos empregos nos EUA", o dobro do projetado pela medida submetida à votação na Câmara Baixa, e com a metade do custo.

Já o legislador Eric Cantor disse que a mensagem para Obama foi e será sempre a mesma: "A economia precisa de um estímulo. Se, de verdade, estamos comprometidos com a reativação econômica, temos que ter uma legislação que preserva os empregos existentes e cria novos".

Boehner informou que prevê discutir nesta quarta a alternativa republicana e outros temas com Obama, mas não deu detalhes.

O projeto de lei requer pelo menos 218 votos para ser aprovado, e os democratas são maioria na Câmara de Representantes, tendo 255 de um total de 435 cadeiras, após as eleições de novembro.

Os republicanos convocaram a entrevista coletiva horas depois que Obama se reuniu no salão Roosevelt da Casa Branca com mais de dez dos principais executivos de empresas como Aetna, Jet Blue, Motorola, Honeywell, Kodak, IBM, e Xerox para obter mais apoio ao plano de estímulo. EFE

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