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Rentabilidade da Texaco deve ser a mesma da Ipiranga, estima Ultra

SÃO PAULO - O grupo Ultra pretende estender ao negócio da rede Texaco a mesma taxa de rentabilidade que vem obtendo com as operações da Ipiranga. O diretor de Relações com Investidores do Ultra, André Covre, disse hoje que a idéia é obter, no mínimo, R$ 50 de Ebitda (lucro antes de impostos, juros, amortizações e depreciações) para cada metro cúbico de combustível comercializado nos postos da rede Texaco.

Valor Online |

O valor é bastante próximo ao registrado pelas operações da Ipiranga no primeiro semestre, quando o Ebitda por metro cúbico ficou em R$ 48,28. Entre janeiro e junho, foram vendidos 5,779 milhões de metros cúbicos de combustível na rede Ipiranga, uma alta de 8% em relação ao mesmo período do ano passado. O Ebitda do negócio Ipiranga somou R$ 279 milhões nos seis primeiros meses do ano.

O setor de distribuição de combustíveis nacional proporciona margens de rentabilidade bastante baixas, motivo que provavelmente levou as gigantes Exxon Mobil e Chevron a venderem seus negócios brasileiros neste setor, respectivamente Esso e Texaco. Para se ter uma idéia, no primeiro semestre deste ano a margem Ebitda - um dos indicadores de rentabilidade mais utilizados - da Ipiranga marcou apenas 2,71%.

Mesmo assim, o Ultra segue apostando no crescimento do setor, especialmente por meio da absorção dos postos chamados de bandeira branca, que não são vinculados à grandes distribuidoras e que ainda representam 30% do mercado nacional.

As operações da Ipiranga mencionadas referem-se apenas aos postos das regiões Sudeste e Sul, que estão sob a administração do Ultra. No restante do país, a bandeira é utilizada pela Petrobras.

(Murillo Camarotto | Valor Online)

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